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	<title>Arquivos paulo delgado - Paulo Delgado</title>
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		<title>Escudos e alvos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 18:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Estadão]]></category>
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<p><em>O Estado de S. Paulo, 13 de Março de 2019.</em></p>



<p>De certa forma o povo aceita que o político fale por ele. Assim o presidente avança do seu jeito, sem modelo definido ou acontecimento que aponte para dizer o que será seu governo. Bolsonaro segue a tradição de usar a linguagem para provocar controvérsia supondo aumentar o capital político. Mas sem método é impossível imaginar o que virá. </p>



<p>Também é impossível aquilatar se enfrentará ou recuará das correntes de força que provoca e se saberá lidar com os furacões que atrai, disposto a correr grandes riscos para si mesmo e para o País. </p>



<p>Guiado apenas por sua experiência pessoal no Legislativo, o presidente precisa de equipe. Sem sentimentos partidários, preferindo ideologia supremacista a diálogo, pode se meter em areia movediça. Seu amor próprio vem da lealdade que recebe de um comando militar que domina seu entorno e aposta no desenvolvimento organizacional da Presidência: vice, Gabinete de Segurança Institucional, Secretaria-Geral, porta-voz, Secretaria de Governo. Acaba usando-os como abrigo antiaéreo para se proteger dos estilhaços que o atingem, por culpa sua. Mas militares sabem que escudos viram alvos e, como diz Churchill, ninguém segura crise de “governo que continua firme na deriva, sólido na fluidez, onipotente na impotência”. </p>



<p>“Pobre o soldado sem os versos do poeta.” Os ministros militares parecem querer livrar o governo do amontoamento de ideias, se quiser falar de disciplina. São especialistas em espaços, observam bem ruídos, localizações e deslocamentos e conhecem o fato de que mesmo fortalezas precisam de passagens, pontos de fuga e ventilação. Talvez não queiram um governo de proibições. </p>



<p>Há uma realidade que precisa ser mudada, porque o Brasil sempre se coloca os mesmos problemas. Não há uma equação clara do que virá. A realidade avança. O ímpeto para mostrar bandeira exige que se cuide mais do foco e da imagem. </p>



<p>O otimismo com a agenda liberal é alto na sociedade. Já a agenda moralista é uma incógnita e um risco explosivo para quem precisa de popularidade para mudar a estrutura econômica. O presidente pressente que a identidade coletiva do povo é feita de costas para os políticos – adversários, é claro – e reforça o preconceito antipolítica como se pudesse comer o bolo e ter o bolo. </p>



<p>De modo geral sempre estamos dois passos atrás da democracia. O Brasil parou de crescer quando aumentou a fatia do Estado no PIB e diminuiu a presença do setor privado. A maior oferta do poder ainda é o favor e a amizade, agravada pelo fato de o lobby não ser regulamentado. E a última declaração do presidente parece dizer que não concorda que na hierarquia da democracia o poder da sociedade se sobreponha ao do Estado. É uma grande contradição com a filosofia liberal e um obstáculo ao surgimento de um circuito de lucro e riqueza mais vantajoso do que a corrupção. Se nossa sociabilidade continuar baseada em rede de tutelas, acomodações, só restará ao governo continuar testando seus limites no Twitter. Até a última jactância desagradável do carnaval, quando, de forma nua e crua, o presidente levou à indecência sua opinião, deve ser vista como improvisação na posição mais alta. Isso ainda é possível porque a formação da opinião pública hoje é móvel, põe o cidadão sob constante escrutínio e o armazena num arquivo customizado aprisionando sua imagem de “seguidor”. Para vazá-lo como estatística por algum mecanismo de busca. O cidadão da internet tornou-se um mendigo faminto de bobagens. </p>



<p>Estamos vivendo o colapso do contexto e ameaçando as reformas. Formar maioria conservadora na sociedade para usar como pressão cultural-moral sobre a política não ajuda em nada a destravar o debate econômico no Parlamento. Para obter disciplina partidária e lidar com vigor para mudar os fundamentos de um país atacado por 800 normas tributárias por dia útil, que está empobrecendo e há 30 anos cresce abaixo da média mundial, é preciso concentrar energia e tomar atitudes que correspondam aos fatos. </p>



<p>Não é costume desafiar o líder no auge do seu triunfo. Essa é a teoria da trégua dos cem dias. Um alarme: a avaliação positiva do presidente é quase 20% melhor do que a avaliação do seu governo. Sinal de que o “novo País” não é uma construção fácil. </p>



<p>O poder de seu Ministério será mais bem percebido quanto mais claras forem as prioridades de cada pasta. Até agora parece um governo de jurisdições. Áreas autônomas e bem homogêneas, enclaves confusos. No Parlamento, embora tenha sofrido enorme renovação nas últimas eleições, podemos dizer que o novo predomina, mas temos de reconhecer que é o velho que ainda domina. Novo não pode ser sinônimo de amador. </p>



<p>No governo Bolsonaro destacam-se cinco diferentes grupos ideológicos e corporativos ativos: os liberais da economia e seus sonhos; os antiglobalização da política externa e seus pesadelos; os militares ativos em vários ministérios e seu pé no chão; os caçadores de infiéis das diversas vocações; os entusiastas de uma Justiça lava-jato e seus alvos conhecidos. Tão dividido na largada, ainda não é um modelo de governabilidade, agravado pela falta de um consistente sexto grupo, o parlamentar, sua trincheira mais desorganizada. </p>



<p>E é ali, no Congresso, que pode acontecer o pior para o governo, que é ver a água se acumular atrás do dique dos insatisfeitos. Há códigos de relacionamento governo-Parlamento que são históricos. E deputado sem poder, aliado de governador quebrado, é confusão contratada. </p>



<p>Se o governo pretende paz no Parlamento, peça conselho a todos, mas nem sempre os siga. Governar com os livres é melhor. Todo governo novo pode muito, mas o que o distingue é a inventividade dos recursos que ele põe a serviço das mudanças. </p>



<p><strong><em>Leia também em: <a href="https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,escudos-e-alvos,70002752980">https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,escudos-e-alvos,70002752980</a></em></strong></p>
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		<title>Autor da Reforma Psiquiátrica Brasileira conta bastidores da criação da lei que acabou com manicômios no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2019 22:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[lei 10216]]></category>
		<category><![CDATA[paulo delgado]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Psiquiátrica]]></category>
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<p><em>Por Equipe <a href="http://novamentesaude.org.br">NovaMente</a></em><br></p>



<p><a href="http://novamentesaude.org.br/noticias/autor-da-reforma-psiquiatrica-brasileira-conta-bastidores-da-criacao-da-lei-que-acabou-com-manicomios-no-pais.html">http://novamentesaude.org.br/noticias/autor-da-reforma-psiquiatrica-brasileira-conta-bastidores-da-criacao-da-lei-que-acabou-com-manicomios-no-pais.html</a></p>



<p><em>Paulo Delgado explica em bate-papo a primeira reação ao texto que propôs e comenta resistência dos colegas políticos</em></p>



<p>“Era um apartamento cheio de gatos, em uma rua de Botafogo, bairro tradicional do Rio de Janeiro”, conta o ex-deputado e sociólogo Paulo Delgado, sobre o cenário da primeira vez que ele apresentou o projeto que daria origem à Reforma Psiquiátrica Brasileira e lei que acabou com os manicômios no país.</p>



<p>A psiquiatra Nise da Silveira foi a primeira a ver o texto. Questionou a palavra cidadão usada tantas vezes na justificativa. “Por que cidadão? Você se chama Paulo, eu me chamo Nise, ele se chama Antônio, o outro José”, lembra Delgado.</p>



<p>No mês da luta antimanicomial, o sociólogo e constituinte esteve no Centro de Atendimento e Estudos da Saúde do Servidor do Distrito Federal (Caessp-DF) para contar sobre os bastidores do projeto que marcou a luta. Neste vídeo ele relata a trajetória, conquistas, desafios e o que esperar em relação a saúde mental.</p>



<p>Confira o vídeo.</p>



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</div><figcaption>Paulo Delgado conta bastidores da Reforma Psiquiátrica brasileira</figcaption></figure>



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		<title>No Teatro Castro Alves em Salvador, Paulo Delgado discursa na abertura do 4º Fórum de Direitos Humanos e Saúde Mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2019 17:47:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>20 de Junho de 2019 &#8211; Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme)</p>
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<p><em>20 de Junho de 2019</em> &#8211; <em>Associação Brasileira de Saúde Mental <strong>(Abrasme)</strong></em></p>



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<iframe title="Pronunciamento de Paulo Delgado no 4º Forum de Direitos Humanos e Saúde Mental" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/0Yt9G1bsNss?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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