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	<title>Arquivos solidariedade - Paulo Delgado</title>
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		<title>Solidariedade, ou estamos fritos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 07:29:24 +0000</pubDate>
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<p><em>Notícias do dia &#8211; Florianópolis, 26 de abril de 2019.</em></p>



<p><strong>O </strong>mundo nunca foi tão rico como agora que passou a entender que nem todas as dificuldades da vida devem ser cobradas do Estado. O certo é que quem protege a vontade humana das dificuldades da vida é a liberdade do cidadão para alcançar o melhor, por seus próprios meios. Assim, cabe ao Estado assegurar o que é geral e coletivo e garantir a estabilidade econômica e política que permita à pessoa poder progredir e viver segundo suas potencialidades e necessidades. Cada um usando a imaginação, o sonho, os braços, a inteligência e o esforço digno como fator e meio de produção. E a solidariedade como fim. </p>



<p>Para enfrentar as crises cíclicas próprias de países como o Brasil e romper a dinâmica da concentração de renda que a instabilidade econômica estimula, a decisão pessoal de fazer algum Seguro é o melhor companheiro de viagem.  Digno de confiança e de alta credibilidade, a prática do Seguro nas sociedades de economia estável, é um dos mais naturais hábitos de famílias e empresas. Porque os riscos, surpresas e contratempos que viver oferece não significam fracasso pessoal de ninguém, mas vicissitudes, eventos da vida que necessitam ser protegidos. </p>



<p>Estamos na era da solidariedade, ou estamos fritos, assim deve ser entendida a função do Seguro, este confidente curioso cujo corretor, de porta em porta, informa, descobre, esclarece e descreve em forma de apólices e prêmios o que as pessoas representam para si mesmas, para a família e para as intempéries que a vida prepara para todos em sua peregrinação por ela. Quem faz Seguro acredita na grande colaboração que o inesperado presta ao senso de responsabilidade e ao espírito de solidariedade para com os outros. Um acidente, um sinistro, o estudo sonhado, as férias protegidas, o doente acolhido, a infância sem medo, a velhice sem miséria. </p>



<p>O Seguro não é egoísta ou possessivo, é generoso, não acumula recursos para si, e o que devolve à sociedade em termos de cuidado, paz e segurança, vai muito além da noção de dispêndio ou faturamento. E, é bom lembrar que, muito antes da medicina evoluir tanto e nos fazer sobreviver cada vez mais o Seguro sempre significou torcida e respeito pela longevidade. Tudo que é essencial para você pode ser celebrado por uma apólice de Seguro. </p>



<p>A felicidade como uma garantia contratada é mesmo uma ilusão, mas quem cujo bem-estar e cuja estabilidade dependam de você, deve e pode ser posta no Seguro. Pois muitas vezes o que ocorre por fatalidade, descuido ou imprevidência, sem a proteção do presente, mina as bases da confiança num futuro positivo, deixando vulnerável alguém, ou alguma coisa, que para você é essencial proteger, preservar ou manter.</p>



<p>Leia também no <a href="http://www.eflip.com.br/pub/nd/">site do jornal</a>.</p>
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