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	<title>Arquivos Matérias - Paulo Delgado</title>
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		<title>Ministro da Educação avalia reforma universitária com Paulo Delgado e bancada do PT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Tarso Genro, apresentou ao presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, deputado Paulo Delgado, e à bancada do PT, o anteprojeto da reforma universitária, que aponta para melhorias na qualidade e expansão do ensino superior público, no marco regulatório para o setor privado, no controle da expansão privada, e no financiamento das Universidades Federais, entre outras providências. O Ministério da Educação está recebendo sugestões para aprimorar a proposta até o próximo dia 30. O governo Lula pretende enviar o projeto de lei ao Congresso Nacional até julho.</p>
<p>Segundo o presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Paulo Delgado (PT-MG), a presença de Tarso Genro na Câmara Federal revela o cuidado da bancada do PT com um tema de forte repercussão nacional e que visa atualizar a arquitetura do ensino superior do país e o enfrentamento do problema de acesso, permanência e qualidade. Paulo Delgado enfatizou que outra questão a ser avaliada com o ministro será a criação do Fundo da Educação Básica (Fundeb), em substituição ao Fundef, voltado para o financiamento do ensino fundamental. O projeto de criação do novo fundo, que prevê mais recursos e atenderá a todos os níveis da educação básica (infantil, fundamental e médio), já está na Casa Civil e será enviado à Câmara dos Deputados. Paulo Delgado acredita que o Fundeb garantirá qualidade e melhor financiamento para a educação básica brasileira e argumenta: &#8220;Tão prioritário quanto o ensino superior é enfrentar o problema de acesso ao ensino básico, porque é no acesso à educação que um país se revela mais justo&#8221;.</p>
<p>A reunião dos parlamentares com Tarso Genro serviu também para discutir questões relativas ao Plano Nacional de Educação e aos programas nacionais de capacitação de professores.</p>
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		<title>Deputados sem CPI criam Grupo Pró-Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Aug 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Globo BRASÍLIA. “O que fazer?” Há três semanas um grupo de deputados excluídos das investigações e de seus holofotes decidiu se unir para buscar respostas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Globo</p>
<p>BRASÍLIA. “O que fazer?” Há três semanas um grupo de deputados excluídos das investigações e de seus holofotes decidiu se unir para buscar respostas a essa clássica pergunta da política em tempos de crise. A iniciativa vem dando certo e já tem nome: Grupo Pró-Congresso.</p>
<p>No início de agosto, eram 16 deputados. Na semana passada, reuniram-se 40 e dois senadores. Na terça-feira, acontecerá o quarto encontro, e a lista deverá somar mais de 64 parlamentares, de diversos partidos — já estão lá PSDB, PFL, PT, PDT, PV, PSB, PPS e PTB. O objetivo é chegar a cem em setembro.</p>
<p>— É uma conspiração do bem para fazer as coisas andarem e lutar contra a impunidade — diz Fernando Gabeira (PV-RJ), um dos criadores do grupo, com Rafael Guerra (PSDB-MG) e Yeda Crusius (PSDB-RS).</p>
<p>Maior preocupação</p>
<p>é imagem negativa</p>
<p>Nessas sessões noturnas, o primeiro e mais forte consenso é a exigência da investigação de todas as denúncias e a punição dos culpados. Rapidamente. Uma das decisões tomadas foi procurar os órgãos envolvidos na apuração dos crimes e delitos, como o Tribunal de Contas da União, o Banco Central, o Ministério Público e a Polícia Federal. Vão pedir que cumpram sua parte e colaborem com as CPIs.</p>
<p>— O Congresso é a instituição fundamental para a democracia. E precisa de uma faxina. Nosso objetivo é fazer oposição ao comportamento político atual e para isso precisamos criar mecanismos de controle e fiscalização permanentes — explica Yeda Crusius.</p>
<p>Outra concordância é a de que o grupo não é bloco ou embrião de um novo partido. A maior preocupação é com a imagem negativa do Congresso, fraco e pautado pelo Executivo, e a aversão aos políticos que a crise vem provocando.</p>
<p>— Nosso maior consenso é apurar, punir e não aceitar nenhuma operação abafa — afirma Guerra. — Queremos construir um grupo que possa recuperar a credibilidade do Congresso e mostrar que político não é só bandido.</p>
<p>Na pauta, necessidade de agenda mínima</p>
<p>Na pauta das reuniões, está a necessidade de obter uma agenda mínima. O primeiro item é a reforma eleitoral, já votada no Senado. Mas se acordos são difíceis num ambiente de alta diversidade, mas onde há objetivos comuns, são quase impossíveis no atual Congresso, sobretudo na Câmara, uma casa em que impera a desconfiança — quatro dos seis líderes governistas estão sob suspeita. A tentativa, porém, é criar mais que consensos. É estabelecer mecanismos de confiança e diálogo, mercadorias raras hoje em Brasília.</p>
<p>— Estamos buscando um antídoto ao quadro atual. Posso não concordar com algumas propostas, mas sei que quem propõe tem boas razões — diz Miro Teixeira (PT-RJ).</p>
<p>— O que nos une é a inconformidade com as práticas políticas vigentes, que se tornaram rotineiras na vida do país. Há uma repulsa geral — completa o senador Jefferson Peres (PDT-AM). — É preciso recuperar o respeito. O maior perigo é a inércia — diz.</p>
<p>Para petista, é preciso evitar prejuízo para democracia</p>
<p>No quinto mandato, o deputado Paulo Delgado (PT-MG) afirma que há uma “desmoralização da moral parlamentar”. Acredita que essa é a primeira vez em que acusados não aceitam o papel de tribunal que o Congresso exerce. E teme que na luta para preservar os mandatos, os acusados comprometam a democracia:</p>
<p>— É preciso criar uma força de imposição de paz, delimitar as áreas de conflito.</p>
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		<title>Paulo Delgado participa de fórum sobre reforma das instituições brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>nformes PT – www.informes.org.br</p>
<p>O Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae) realiza amanhã, em Brasília, um fórum especial sobre reforma das instituições do estado brasileiro. O evento, que começará às 9h, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), reunirá políticos, empresários e pesquisadores. O presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, deputado Paulo Delgado (PT-MG) é um dos palestrantes e vai abordar o tema “O PT e a reforma do Estado Brasileiro “.</p>
<p>A agenda do encontro inclui, entre outros temas, a transparência no Estado, o relacionamento entre os poderes, reforma política e do Judiciário e novo regime fiscal.</p>
<p>Entre os palestrantes convidados estão o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, os ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Paulo Bernardo, do Planejamento, Orçamento e Gestão. Também participarão o deputado Delfim Netto (PP-SP) e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto.</p>
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		<title>Crise política faz o fórum de Reis Velloso mudar de lugar e de tema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma das instituições no lugar das discussões de assuntos econômicos O Globo A crise política mudou o tema e o cenário de um dos mais<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A reforma das instituições no lugar das discussões de assuntos econômicos</h3>
<p>O Globo</p>
<p>A crise política mudou o tema e o cenário de um dos mais tradicionais debates sobre a economia brasileira. O Fórum Nacional, que acontece anualmente no Rio, em vez de tratar de assuntos voltados para o desenvolvimento econômico do país, vai travar um debate sobre o futuro político do Brasil. Intitulado &#8220;A reforma das instituições do Estado brasileiro — Executivo, Legislativo e Judiciário&#8221;, o fórum especial vai durar apenas um dia, normalmente são dois, e acontecerá amanha, no auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, a partir das 9h30m.</p>
<p>O debate vai começar pelo lado político-institucional, passar à área econômica e terminar na questão social.</p>
<p>O primeiro bloco de discussão será destinado às questões políticas. Na pauta, a transparência do estado, o relacionamento entre os poderes, a reforma política, do Judiciário e do Ministério Público, a reestruturação administrativa e a ausência do estado nas favelas e periferias urbanas. Ainda de manhã, um tema econômico: a reforma fiscal.</p>
<p>O presidente do BNDES, Guido Mantega, está sendo esperado para abrir os trabalhos, seguido do presidente do Congresso, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, e do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.</p>
<p>Palocci falará sobre as prioridades econômicas</p>
<p>Abordando as prioridades econômicas e o novo regime fiscal, o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, dará prosseguimento às discussões. O cientista político e professor da UFMG Fábio Wanderley Reis volta ao tema político ao apresentar trabalho sobre como anda a democracia brasileira. O deputado Paulo Delgado (PT-MG) falará sobre a crise que abate o Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>A paralisação da pauta do Congresso, ocupado com as CPIs, será o pano de fundo para o debate sobre o ajuste fiscal e as reformas, inclusive a política. Esta última, classificada pelo Fórum Nacional, como a mãe das reformas, vai discutir o papel das lideranças, o fortalecimento dos partidos, o sistema de votação e o financiamento público de campanhas.</p>
<p>A reforma do Estado e o novo regime fiscal entra em cena na segunda etapa do Fórum. Na abertura, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), debate o atual momento político, seguido pelo pronunciamento do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.</p>
<p>O regime fiscal, política monetária e crescimento será o tema abordado pelo deputado Delfim Netto (PP-SP). A reforma do estado para o desenvolvimento, estudo do ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira e da economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Regina Pacheco será encaminhado para o debate, assim como o trabalho do economista Raul Velloso. Especialista em finanças públicas, ele falará de como a reforma fiscal pode evitar a vulnerabilidade externa do Brasil.</p>
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		<title>Fórum Nacional debate crise política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de São Paulo – 01/09/2005 O Fórum Nacional de debates econômicos promove hoje edição especial dedicada à crise política e à reforma das instituições do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Folha de São Paulo – 01/09/2005</p>
<p>O Fórum Nacional de debates econômicos promove hoje edição especial dedicada à crise política e à reforma das instituições do Estado. Intitulado &#8220;Reproclamação da República (Res Publica)&#8221;,o fórum reunirá autoridades dos três Poderes, intelectuais e empresários em Brasília.</p>
<p>Realizado desde 1988 sob a coordenação do ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso (Planejamento), o Fórum Nacional já pôs em pauta temas políticos e sociais,mas nunca havia colocado como tema principal uma crise nacional ainda em andamento.</p>
<p>O material de divulgação do seminário diz que a atual crise é uma &#8220;das mais graves (se não a mais grave), desde a redemocratização de 1945&#8221;, e que é agravada pela convivência de um Estado ainda essencialmente patrimonialista com uma democracia de massas em crise de valores.</p>
<p>&#8220;A crise gera oportunidades, e o fórum servirá como base para uma reconstrução das instituições do Estado&#8221;, diz Roberto Cavalcanti, diretor-técnico do Inae (Instituto Nacional de Altos Estudos), entidade responsável pela promoção do evento.</p>
<p>A pauta começa com o aperfeiçoamento das instituições, passa pela economia, com ênfase na política fiscal, e termina no social.</p>
<p>Entre os temas, relacionamento entre Poderes, reformas política e do Judiciário e novo regime fiscal.</p>
<p>Entre os palestrantes, os ministros Márcio Thomaz Bastos (Justiça) e Antônio Palocci (Fazenda), e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim.</p>
<p>Alguns temas já estão definidos: o cientista político Fábio Wanderley Reis falará sobre a situação da democracia no Brasil e o ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira (Fazenda e Administração), sobre reforma do Estado. O deputado Paulo Delgado (PT-MG) fará um comentário bem mais específico:&#8221;a problemática do PT&#8221;.</p>
<p>Cavalcanti afirma que, das discussões, espera-se que resulte agenda de medidas e reformas, embora admita que as condições políticas para tocar tais projetos são desfavoráveis. &#8220;Não sei se será assim, imediatamente, mas são momentos como este que precipitam mudanças.&#8221;</p>
<p>O roteiro do evento mostra que, no aspecto econômico, a preocupação maior coincide com a do governo: aprimorar a política fiscal, tomando o orçamento mais flexível — ou, como preferem os críticos, abrir caminho para a redução dos gastos sociais.</p>
<p>Também estão escalados para falar sobre o assunto o deputado Delfim Netto (PP-SP), defensor de uma emenda constitucional para eliminar o déficit público, e o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas.</p>
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		<title>Fundador diz que PT é um partido do contra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Delgado critica aglomerado de tendências O Globo Um dos fundadores do PT, o deputado Paulo Delgado (MG) aproveitou ontem a edição do Fórum Nacional do Instituto<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a href="https://paulodelgado.com.br/fundador-diz-que-pt-e-um-partido-do-contra/">Fundador diz que PT é um partido do contra</a> apareceu primeiro em <a href="https://paulodelgado.com.br">Paulo Delgado</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Delgado critica aglomerado de tendências</h3>
<p>O Globo</p>
<p>Um dos fundadores do PT, o deputado Paulo Delgado (MG) aproveitou ontem a edição do Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos para fazer um diagnóstico detalhado de erros e acertos do partido em seus 25 anos de História. Delgado criticou o modelo sobre o qual o PT foi montado &#8211; um aglomerado de tendências — e observou que essa estrutura, sempre em conflito interno, é incompatível com o exercício do poder:</p>
<p>— Somos um partido de tendências e isso revela uma imaturidade permanente.</p>
<p>Para o petista, foi essa guerra interna que impediu uma política de alianças pontuais, com PMDB e até com PSDB, em áreas e projetos que chamou de “zonas desmilitarizadas”. Ele ressaltou que, na prática, isso chegou a ocorrer em parte em 2003, quando foram votadas reformas. Segundo Delgado, o governo optou por uma base parlamentar pragmática, sem um projeto no horizonte.</p>
<p>— O PT inaugurou o dissenso da maioria e compete com a minoria no dissenso — analisou, referindo-se às tendências internas do PT.</p>
<p>Ele lembrou que desde o primeiro mês do governo Lula a luta entre essas tendências atrapalhou projetos do Executivo.</p>
<p>Delgado afirmou que hoje os partidos políticos vivem sua maior crise:</p>
<p>— Nunca todos erraram tanto ao mesmo tempo.</p>
<p>Para o deputado, a crise também é do presidencialismo de coalizão, que se reproduz no país desde o governo Sarney (1985-l990).</p>
<p>O PT, afirma o deputado, é um partido &#8220;contrista&#8221; (do contra) e fascinado com a idéia do “oposicionismo triunfante”. Para Delgado, foi esse espírito que levou o partido a participar do processo de impeachment de Fernando Collor, mas a ficar de fora do governo Itamar Franco:</p>
<p>— O contrismo nos levou a ficar contra o Real, contra a estabilidade que favorece nosso governo.</p>
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		<title>Cientista apontou ‘desastres&#8217; políticos,enquanto deputado petista fez retrospectiva do partido</title>
		<link>https://paulodelgado.com.br/cientista-apontou-desastres-politicosenquanto-deputado-petista-fez-retrospectiva-do-partido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de São Paulo A edição especial do Fórum Nacional, realizada ontem em Brasília, teve críticas à atitude adotada pelo governo Lula de transferir responsabilidades na<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a href="https://paulodelgado.com.br/cientista-apontou-desastres-politicosenquanto-deputado-petista-fez-retrospectiva-do-partido/">Cientista apontou ‘desastres&#8217; políticos,enquanto deputado petista fez retrospectiva do partido</a> apareceu primeiro em <a href="https://paulodelgado.com.br">Paulo Delgado</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Folha de São Paulo</p>
<p>A edição especial do Fórum Nacional, realizada ontem em Brasília, teve críticas à atitude adotada pelo governo Lula de transferir responsabilidades na crise política e uma análise, vinda de um petista, de que PT paga o preço de ter sido um partido contrário a tudo no passado.</p>
<p>Considerado o mais tradicional fórum de debates econômicos do país, o evento reuniu ainda ministros que reiteraram a estabilidade econômica e institucional corno forma de ajudar a superar a crise.</p>
<p>Nelson Jobim, presidente do Supremo Tribunal Federal disse que os políticos atuam sob uma “modelagem institucional”, não havendo heróis porque cada um luta pela sobrevivência política.</p>
<p>Coordenado pelo ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso (Planejamento), o evento reuniu autoridades e acadêmicos para discutir, sob a ótica da crise política, o relacionamento entre os Poderes e caminhos para reformas necessárias neste momento.</p>
<p>Para o cientista político Fábio Wanderley Reis, que falou sobre a situação da democracia no Brasil, não há espaço para dúvidas no que se refere ao compromisso ético. &#8220;A perspectiva tem sido verbalizada de forma de que haveria a possibilidade de estabelecer o trigo e o joio. O trigo correspondendo ao meu crime e o joio correspondendo ao seu crime, que é mais feio&#8221;, disse, lembrando entrevista concedida por Lula em viagem a Paris, em julho, que rendeu críticas ao presidente.</p>
<p>À época, Lula insinuou que o caixa dois de campanhas eleitorais, assumido pelo ex-tesoureiro Delúbio Soares, ocorre &#8220;sistematicamente&#8221; no Brasil e eximiu o governo federal de culpa.</p>
<p>&#8220;Não cabe ao presidente tentar qualificar ou desqualificar crimes”, disse Wanderley Reis. Segundo ele, há tendência de estabelecer certa gradação entre “crimes admissíveis, aceitáveis e os que não são”. Para ele, parIamentares eleitos com caixa dois não têm mandato legítimo. &#8220;A crise que estamos vivendo envolve claramente a responsabilidade do PT e do governo, apesar da teoria do golpe branco, que me parece claramente insustentável”.</p>
<p>Chamou ainda de atuação política “desastrada” a seqüência de fatos: caso Waldomiro Diniz (ex-assessor da Casa Civil gravado cobrando propina de empresas de jogos), a eleição de Severino Cavalcanti para a presidência da Câmara e, depois, a crise atual.</p>
<p>O deputado Paulo Delgado (PT-MG), escalado para tratar do PT, disse que o partido era “o Deus furioso do Velho Testamento quando estava na oposição, e agora está virando o cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo&#8221;.</p>
<p>Delgado fez uma retrospectiva do PT, lembrando que uma primeira característica é ser de massa, com muitos filiados, e outra é ser um partido do contra.</p>
<p>Para Nelson Jobim, o discurso ético não vai resolver a crise. “Temos de lembrar que agimos na modelagem institucional. Só é herói aquele que não teve tempo de fugir ou correu para o lado errado, e a porta estava fechada.&#8221;</p>
<p>Depois, Jobim disse que tinha se referido apenas ao modelo eleitoral brasileiro, que dificultaria, por exemplo, exigir fidelidade partidária dos eleitos, mas admitiu que a análise poderia ser aplicada a aspectos da crise atual, como à prática do caixa dois em campanhas e barganhas na relação entre deputados e o governo. O ministro negou que as declarações tenham sido em defesa de políticos.</p>
<p>Jobim disse que o sistema eleitoral brasileiro está &#8220;superado&#8221; e defendeu a votação em lista fechada de candidatos, preestabelecida pelo partido. Sobre o financiamento de campanhas, afirmou que as regras devem ser compatíveis com as necessidades reais.</p>
<p>O ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) citou a possibilidade de um processo contra Lula e de investigações contra ministros para dizer que o governo respeitará a atuação independente do Ministério Público Federal. &#8220;Se o procurador-geral da República quiser processar o presidente, isso será feito da maneira mais democrática possível.&#8221;</p>
<p>Participaram ainda do evento o ministro Antônio Palocci (Fazenda), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o presidente do BNDES, Guido Mantega.</p>
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		<title>Paulo Delgado quer eleição para Congresso após o primeiro turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agência Estado – Diário Regional</p>
<p>O deputado Paulo Delgado (PT-MG) propôs, durante o Fórum do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), que as eleições para o Congresso ocorram após o primeiro turno da eleição presidencial. Segundo ele, isso faria com que a população com cenário mais definido sobre as forças políticas, escolhesse melhor os seus representantes no Congresso.</p>
<p>Segundo Delgado, a atual crise política é grave não só porque atinge o PT, mas também porque tem uma escala muito ampla e atinge quase todos os partidos políticos brasileiros. &#8220;Nunca tantos erraram tanto por tanto tempo&#8221;, disse. &#8220;O sistema atual chegou no ponto mais alto de sua falta de virtude&#8221;, completou. Paulo Delgado fez ainda críticas ao PT e disse que seu partido perdeu a oportunidade de ser o principal ideólogo de esquerda.</p>
<p>Segundo ele, o PT tem mostrado falta de maturidade por ser formado e dar tanta força a várias tendências, característica que prejudicou o apoio do partido ao governo e induziu os governantes a terem de entrar com força no sistema de barganha política que já existia.</p>
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		<title>Oposição aceita apoiar petista para derrubar Severino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conversas sobre a sucessão do presidente da Câmara se intensificam Sérgio Pardellas, Dimalice Nunes e Renata Moura Jornal do Brasil BRASÍLIA &#8211; Setores da oposição já<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Conversas sobre a sucessão do presidente da Câmara se intensificam</h3>
<p>Sérgio Pardellas, Dimalice Nunes e Renata Moura</p>
<p>Jornal do Brasil</p>
<p>BRASÍLIA &#8211; Setores da oposição já admitem negociar com o governo um nome alinhado ao Planalto para a sucessão do presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), abatido pelas recentes denúncias de recebimento de propina. Com uma condição: de que o nome a ser escolhido mantenha os compromissos de transparência e continuidade do processo de limpeza da imagem da Casa.</p>
<p>A idéia da oposição é convergir para um consenso político caso a situação de Severino se torne insustentável. Recado assimilado por emissários do Planalto, os governistas passaram a estudar ontem mesmo uma lista de nomes que se enquadrariam no perfil exigido para o cargo. Encabeçam a preferência dos integrantes do governo os deputados Paulo Delgado (PT-MG) e Arlindo Chinaglia (PT-SP). Também são lembrados para o posto José Eduardo Cardozo (PT-SP) e Sigmaringa Seixas (PT-DF).</p>
<p>Mesmo mantendo a disposição de não abandonar o aliado à própria sorte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também já vislumbra a possibilidade de cassação do presidente da Câmara. Em conversas com ministros do núcleo político, nos últimos dois dias, Lula avaliou que a situação de Severino se complicou depois da descoberta de um documento, assinado por ele na época em que era primeiro-secretário da Casa, autorizando a prorrogação até 2005 do contrato de concessão do restaurante Fiorella, localizado no 10º andar da Câmara.</p>
<p>&#8211; É necessária uma explicação contundente senão já era &#8211; teria dito Lula de acordo com um auxiliar.</p>
<p>A avaliação presidencial se espalhou como rastilho de pólvora nas conversas ao pé do ouvido durante o desfile de 7 de Setembro e ecoou nas declarações do deputado Paulo Delgado , um dos três parlamentares presentes ao evento. Depois de uma conversa com o deputado Sigmaringa Seixas, parlamentar amigo do presidente e dono de assento cativo no Planalto, Delgado disse esperar uma resposta célere de Severino.</p>
<p>&#8211; Em política, o ônus da prova cabe ao acusado &#8211; afirmou.</p>
<p>As conversas entre governo e oposição se intensificaram após o surgimento do documento, assinado por Severino em abril de 2002. Segundo o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), a decisão de adiar para a próxima terça-feira a apresentação do pedido de cassação de Severino no Conselho de Ética foi costurada com a própria base governista, que teria pedido um prazo para amadurecer uma avaliação sobre o caso.</p>
<p>Com a saída de Severino, quem ocupa a presidência da Câmara é o vice-presidente José Thomaz Nonô (PFL-AL), que conduz o trabalho por cinco sessões até que sejam convocadas novas eleições. Para Jungmann, caso as denúncias contra Severino se comprovem, o provável é que os partidos assinem em conjunto a representação.</p>
<p>Para Jungmann, considerando a tese de afastamento, três características seriam fundamentais ao sucessor de Severino: biografia inatacável, defesa das investigações e capacidade de diálogo tanto com a oposição quanto com o governo.</p>
<p>&#8211; Precisamos de alguém que una a casa e mantenha uma agenda mínima de trabalho.</p>
<p>Na mesma linha, os líderes do PSDB na Câmara, Alberto Goldman (SP), e da minoria, José Carlos Aleluia (PFL-BA), defendem um nome de consenso que seja capaz de restaurar os trabalhos da Casa. Para o pefelista, as investigações de irregularidades contra Severino devem seguir descoladas dos temas das CPIs.</p>
<p>O líder do PSB na Câmara, deputado Renato Casagrande (ES), disse que ainda não há como antecipar um julgamento do presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP-PE). Segundo ele, é necessário avançar nas investigações da Polícia Federal para fundamentar o pedido de cassação. Mas ele admite que o afastamento dele é uma &#8221;questão de tempo&#8221;.</p>
<p>No caso do afastamento de Severino, Casagrande também defende a possibilidade de um candidato único e disse acreditar nas chances de um indicado governista.</p>
<p>&#8211; PSDB e PFL agora têm de assumir o que fizeram. Foram imaturos, elegeram Severino e deu no que deu. Agora, espero que entrem num consenso, para finalmente, conseguirmos um equilíbrio.</p>
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		<title>Governo já negocia eventual substituto de Severino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2005 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Redação Terra</p>
<p>Depois de armar uma estratégia para defender a permanência de Severino Cavalcanti (PP-PE) na presidência da Câmara, o Planalto recuou e já trabalha com a possibilidade de cassação do parlamentar, perante novos depoimentos e documentos que complicaram sua situação. Partidos governistas já negociam com a oposição possíveis substitutos de Severino no cargo.</p>
<p>A eventual saída de Cavalcanti, antes considerada uma ameaça para a governabilidade (o PP pertence à base aliada), já é vista como uma forma de reorganizar as forças do governo federal na Câmara, após a derrota arrasadora, no início do ano, do candidato petista à presidência da Casa, Luiz Eduardo Greenhalgh, graças a partidos como PFL, PSDB, PPS, PDT e PV &#8211; os mesmos que agora articulam a cassação de Cavalcanti no Conselho de Ética.</p>
<p>Severino é acusado de cobrar &#8220;mensalinho&#8221; de R$ 10 mil para prorrogar contrato e rolar dívida do empresário Sebastião Augusto Buani, concessionário de um restaurante da Casa. Buani negou inicialmente a acusação, mas a situação de Cavalcanti se agravou na última terça-feira, quando Veja publicou um documento, supostamente assinado pelo deputado, alongado irregularmente a concessão do serviço. No mesmo dia, Izeilton Carvalho de Souza, ex-gerente do empresário, reiterou as acusações e entregou a suposta &#8220;prova&#8221; à Polícia Federal. Nesta quarta, apresentou alegadas testemunhas das acusações, entre elas um garçom que seria um dos responsáveis por entregar o &#8220;mensalinho&#8221; a Severino.</p>
<p>Agora, a ordem é buscar um nome de consenso, capaz de dar seqüência ao processo de &#8220;limpeza&#8221; da Casa, na qual 18 parlamentares respondem a processos por quebra de decoro devido ao escândalo do &#8220;mensalão&#8221; e caixa dois. Oposicionistas já aceitam a possibilidade de um partido ligado ao governo assumir o posto hoje ocupado por Severino. Pelo regimento da Câmara, quem assumiria no lugar dele é o vice-presidente José Thomaz Nonô (PFL-AL). Ele ficaria à frente da Casa durante cinco sessões plenárias, até a convocação de novas eleições.</p>
<p>Governistas já começaram a estudar uma lista de nomes, que incluiria Beto Albuquerque (PSB-RS), vice-líder do governo, além de Paulo Delgado (PT-MG), Arlindo Chinaglia (PT-SP), José Eduardo Cardozo (PT-SP) e Sigmaringa Seixas (PT-DF).</p>
<p>Lula, que inicialmente coordenou a defesa de Severino e considerou o movimento da oposição uma &#8220;manobra&#8221; para desestabilizar o governo e as instituições democráticas, teria afirmado, durante o feridado do Sete de Setembro, que &#8220;é necessária uma explicação contundente senão já era&#8221;, supostamente se referindo à delicada situação do deputado federal.</p>
<p>Paulo Delgado , amigo do presidente da República e possível sucessor de Cavalcanti, falou na mesma linha sobre o assunto durante o desfile da Independência, em Brasília: &#8220;Em política, o ônus da prova cabe ao acusado&#8221;, declarou, parafraseando o próprio Cavalcanti, que, de Nova York, dizia que é o acusador quem tem de provar as denúncias.</p>
<p>O presidente da Câmara deu três versões sobre o contrato nesta quarta-feira, em Nova York (onde participa da 2ª Conferência Mundial de Presidentes de Parlamentos na ONU). Em todas, negou qualquer envolvimento em irregularidades, mas não melhorou sua situação. Ele requereu uma sindicância para apurar a denúncia na Câmara, também investigada pela Corregedoria, Polícia Federal e Tribunal de Contas da União (TCU).</p>
<p>Representação</p>
<p>A oposição adiou até a próxima terça-feira o encaminhamento de representação contra Severino no Conselho de Ética. De acordo com o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), a decisão de postergar a medida foi negociada com o próprio governo, que teria pedido tempo para avaliar o andamento da crise e conferir se as acusações serão comprovadas. Em caso positivo, diz Jungmann, os governistas deverão também assinar o documento.</p>
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