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	<title>Arquivos Notícias - Paulo Delgado</title>
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		<title>Adoradores do infortúnio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 14:52:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Estadão]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Estado de S. Paulo – 11/10/2017</em></p>
<p><strong>O</strong> Supremo e o Congresso transbordam contradição. Poderiam ser dois poderes essenciais à renovação da vida democrática se deixassem o país suspender a credulidade pelo período fracassado. Há uma impressão de que o discernimento da sociedade não interessa quando a autoridade gasta seus defeitos supondo ter qualidades superiores à de quem critica. O Brasil não pode sucumbir ao sintoma de transtorno patriótico que a influência desses dois maus terapeutas institucionais anda favorecendo. Um poder que não se arrepende de falar não sabe a hora de calar. A metáfora negativa de segredo e vaidade, domina. Nem na guerra a ira no ofício se aconselha.</p>
<p>Será que chegamos ao vaticínio do presidente Harry Truman: quer um amigo em Washington ? Arranje um cachorro.</p>
<p>O modelo econômico ainda não domina, mas se recompõe. Se por um lado diminuiu a percepção de risco na atividade econômica; a convergência de inflação e juros baixos pontifica; os fluxos de capital internacional retomam sua rotina em direção ao país; os níveis de inadimplência estão estáveis; o consumidor recupera sua confiança e volta ao mercado; a incerteza empresarial quanto a investimento arrefece; o índice de desemprego começa a recuar; na vida de quem trabalha e produz riqueza os pepinos estão sendo provisionados. Por outro lado, o modelo político é o velho que não mais predomina, inapto para a responsabilidade coletiva. O descontrole da voracidade está levando muito tempo para passar porque o Supremo escolheu o governo para por canga e, assim, esfregar urtiga na mudança.</p>
<p>Essa acentuada intensidade para influenciar errado, e a superstição jurídica que a alimenta, submete a vida a uma hierarquia de interesses oficiais que não dá folga aos brasileiros. Estamos presos a uma teia de aranha nascida da falta de ordem do Estado que age como se fosse diretor de teatro, distribuísse os papeis e a posição de cada um no espetáculo. Quem se queixa da intenção excessiva é informado que aderiu inconscientemente ao script. Ninguém é o que é. Cumpre ter paciência e agradecer. Como espectador desprezível de um tempo passado que não passa o povo é da peça a aflição.</p>
<p>O esforço da maioria dos brasileiros em manter sua independência, ser dono do próprio negócio, ter autonomia, esbarra sempre na conspiração da autoridade para oferecer-se como refúgio de amigos. Perdão Marx, mas aqui, o ópio do povo é o Estado.</p>
<p>Todos que brincavam de ser justos, imersos em seu cânone de sucesso, deveriam recear o incômodo que causam à justiça. Os erros se acumularam e suas falanges se infiltraram na alma das decisões. Em que esferas invisíveis andam formando opinião nossos juízes? Quem cava o poço profundo do subterrâneo de onde saem as atitudes de nossos políticos?</p>
<p>A amizade de muitos membros do legislativo e do judiciário por si mesmos tem levado a Constituição a viver essa vida melancólica de rainha desrespeitada. Nunca foi possível dizer <em>“A Constituição é”. </em>Na cultura jurídica atual ninguém é seu filho. Nossas autoridades preferem ser descendentes de quem as nomeou e, talvez sem se darem conta, aplicam os arquétipos da amizade às suas decisões. Esse sentimento preexiste às normas. O afeto que serve de escada ao poder, a circunstância que produz simpatia/antipatia, é tutelar, mais do que as leis estáveis. Sua consciência é inapreensível. Aquoso e verboso o ministro conjuntural é um escavador de temporais. Seu compromisso com o passado preenche o presente e o definha.</p>
<p>Onze juízes nomeados, vitalícios, recebem, de 50 senadores eleitos, amedrontados, o engano lícito que enterra em uma noite dois poderes entupidos de apetite avinagrado. A primeira turma de um deles, fanáticos para equilibrar o jogo político usando o erro do senador caído, contorna a lei com a matemática. Servem aos seus fantasmas que, como se fosse deles o porteiro, abriu a corte a fatalidade de negar sua condição de poder superior. Usando ferramenta de casa já quebrada, conscientes que o medo de políticos processados oferece imensidades a visão ilimitada de poder, empilham réus a Deus-dará.</p>
<p>A função do conhecimento é diminuir a força da opinião. É preciso superar o governo improvisador,  considerado genial, ousado, carismático. Bravata é ranço e o ranço se acumula e logo se revela.</p>
<p>Seguimos confortáveis e desatentos ao que acontece. A política, como está, não é mais a corneteira da alvorada. Se fizeram a <em>vã-guarda</em> do passado. Seu escombro serve a dois líderes da tropa dos improvisadores, desbocados e caluniosos que só crescem se cresce a violência.  Um criou do outro a moldura, são estatistas fanáticos, esquerda/direita. A cara do conflito mais velho da política, o fundo do poço. E como em todo fundo sempre existe um fundo mais baixo assim. Não sendo líderes livres de preconceito não querem que ninguém seja. Freiam a mudança, são espora no cavalo de raça que é a razão.  Seguram a rédea do senso comum, tiram a grandeza da justiça para não deixar o passado clarear. Quarados ao sol, passarão. Pois um se decapitou, mas ainda não lhe cortaram a cabeça. O outro pede para ser degolado, fantasma de uniforme que usa de tempos em tempos o corpo de alguma mula sem cabeça.</p>
<p>Um êxito errado, festejado como humanitário, prejudica a análise do período.  O alívio temporário do sofrimento e a devoção excessiva ao arranjo político sem princípio agravou a injustiça estrutural e produziu consequências funestas na análise política de longo prazo. Foi um tempo onde predominou o tratamento errado de erros levando a sociedade a demorar a notar que sem amparar economicamente ninguém será soerguido socialmente.</p>
<p>Se alguém chega ao poder é porque existe algo&#8230;algo de bom, algo de podre. Quando sai, pela forma que sai, os fatos nos comunicam alguma coisa, feridas curadas, sintomas de doenças represadas ou silenciosamente alimentadas. Se o Supremo, o poder que decifra a Constituição, por razões políticas não consegue fazer a coisa certa, que pelo menos procure errar melhor.</p>
<p><strong>          *****</strong></p>
<p><strong>PAULO DELGADO é Sociólogo</strong></p>
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		<title>Separatismos no século XXI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2017 13:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Correio Braziliense e Estado de Minas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 15 de outubro de 2017. Há um caminho muito estreito para as nações passarem. A sociedade anda certa que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 15 de outubro de 2017.</em></p>
<p><strong>H</strong>á um caminho muito estreito para as nações passarem. A sociedade anda certa que está pagando aos governos uma conta muito acima do que devia.   É essa maré de desilusão-iludida que vem carregando inúmeras regiões para falseados romantismos separatistas. Diferentemente da explosão nacionalista do século XIX, que formou os Estados Nacionais, os movimentos atuais não são resultado da descoberta da autoestima afirmadora da individualidade cultural.  Vivemos em uma era ultra individualista, sem espírito-  criativo-coletivo, em que o respeito às particularidades que distinguem uns dos outros encontra-se cada vez mais inculcado na formação das gentes e nas instituições que regulam o proceder social. A liberdade, em anúncios intermináveis, é a maior prisão em que vive o mundo atual. Dinheiro, política e, poder fazer o que quiser, não mudam ninguém, desmascaram.</p>
<p>A Catalunha separada da Espanha, mais do que o Brexit, que separou a Inglaterra da União Europeia, assusta mais pela culpa que carrega a Europa sobre a imposição de força que usou nos casos da Croácia, Bósnia e do Kosovo. Todos se perguntam o que é autoderminação em uma região multilinguística e tão pouco homogênea, material e culturalmente, como o continente europeu. Escócia, Tirol, País Basco, Córsega, Baviera, são inúmeros outros fragmentos da Europa democrática que poderão querer se separar.</p>
<p>Qual o sentido de se pleitear ser pequeno em um mundo de gigantes? Não há uma grande visão que sustente uma Catalunha melhor divorciada. As liberdades identitárias estão asseguradas e há benefícios diversos de se ter escala e poder se sentar à mesa com os grandes que deliberam sobre as questões mais universalmente relevantes do globo.  Ser uma voz secundária e proforma na Europa? Abdicar de Forças Armadas relativamente baratas e eficientes?  Estabelecer uma inimizade regional imprevisível? Tudo isso por conta de um desacordo com a política fiscal da nação, espertamente apimentado com uma retórica nacionalista que, ainda que bem embasada historicamente, não encontra verdadeiro eco e justificativa no contexto atual. Após a ditadura de  Franco é impossível argumentar que Madrid, e o resto das regiões dessa colcha de retalhos medieval, não tenham cumprido os acordos firmados para garantir a união em torno do Estado central.</p>
<p>Colocando tudo na balança, a rivalidade, os amores imperfeitos, a vontade de afirmação da diferença e da autopercebida superioridade de cada parte, nada isso justifica que a Espanha moderna não presuponha a coexistência de Barcelona e Madrid.</p>
<p>De 1412 para cá, quando se assentou no trono catalão um príncipe de Castela, a Catalunha mudou de mão ao gosto das disputas dinásticas. Mas é notória a evidência que os longos períodos em que esteve ligada a Castela foram épocas de prosperidade e de construção conjunta da história da Espanha que são indissociáveis da própria noção de pátria para os dois.</p>
<p>A questão catalã lança luz sobre uma realidade mais ampla. A visão de autonomia ancora-se, nos tempos atuais, numa profunda crise identitária pela qual regiões, mas também pessoas, estão passando. O que move as multidões incendiárias não é um projeto social amplo, inclusivo, acima dos indivíduos e visando um direcionamento para um destino romântico, altruísta e desapegado de pátria. É, antes de mais nada, a expressão, tecida e tornada possível pelas novas tecnologias da informação, do grito gutural de defesa dos interesses individuais. Alimentado pelos detentores do poder de uma elite política regional que, por conta de tais tecnologias, não guarda mais nenhuma distância que a distinga da paixão da multidão de concidadãos/eleitores. O poder ilegítimo, para ser exercido, precisa de distanciamento. De que vale nas crises históricas um político exatamente igual ao seu impaciente eleitor ?.</p>
<p>Nunca foi tão necessário se construir uma interpretação positiva da União que sustenta e dá forma aos países. A inclinação humana para a sobrevivência alargou seu horizonte de tal forma que não ocorre, apenas, no sentimento de viver-mais-separadamente, que existe entre regiões. Até na vida privada essa ilusão de ser feliz sozinho e poder tocar trombeta para as nuvens tem levado a hábitos descuidados de desejos incontidos. Que impulsionam filhos a reivindicarem já a herança a um pai vivo.</p>
<p>Essa dramática situação separatista, de contornos bíblicos, é recepcionada pelo direito internacional que admite a precedência da integridade territorial sobre a autodeterminação.  Ainda que ambas tenham igual legitimidade. Mas nem em todos casos, as razões para a autodeterminação separatista, legitimam a quebra da integridade territorial.</p>
<p><strong>       *******************</strong></p>
<p><strong>PAULO DELGADO é Sociólogo.</strong></p>
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		<title>A UNESCO e os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Oct 2017 13:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 29 de outubro de 2017. A mais vital expressão das dificuldades da política mundial é conviver com o que a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 29 de outubro de 2017.</em></p>
<p><strong>A</strong> mais vital expressão das dificuldades da política mundial é conviver com o que a Casa Branca acha do dia a dia. A residência oficial do presidente norte-americano deveria ser o centro da difusão de toda revolta contra a autoridade arbitrária. Afinal, o país tem um imenso orgulho de propagandear que sua sabedoria como nação veio da liberdade. Mas o que vemos é que o repertório de instintos dos EUA contra a UNESCO, organização das Nações Unidas para Educação e Cultura, com sede em Paris é contínuo, une democratas e republicanos, nunca se renova e, tem sido uma verdadeira renúncia à inteligência.</p>
<p>Devorado pela necessidade de ser leal a Israel e manter uma distância regulamentar do pensamento da esquerda democrática ocidental, cujos compromissos não foram marcados em Nova York, os EUA não reservam nenhuma surpresa para quem os admira, mas não os obedeça. Há algo de sórdido mesmo na esperança, alerta R.W Emerson, seu emocionante poeta no ensaio “Independência”. A alma da política externa para a Unesco não é “a alma que se ergue acima da paixão” e, por isso, “não contempla a existência autônoma da verdade”.</p>
<p>Claro que a maioria controladora da Unesco ajuda pouco a livrar a organização das rapacidades da política multilateral. Parece contemplar com certa satisfação a ruina e o vazio de sua influência internacional, mesmo dentro da própria ONU. Nenhuma dos lados compreende o velho ditado que diz que boas cercas fazem bons vizinhos.</p>
<p>A história do ziguezague de Washington com a Unesco se agrava em 1984 quando Ronald Reagan abandona Paris acusando a organização de favorecer a cultura do bloco soviético. Dezoito anos de irritação e omissão se passam quando em 2002 Georg W.Bush volta à Unesco, como se não tivesse saído, seguro que a organização estava sob o controle virtuoso e sem risco de maioria anti-Israel. Passa o tempo e eis que Barack Obama, em 2011, concorda com o embaixador de Israel quando diz que a Unesco cuida de ficção política, mais do que ficção científica. A razão do novo rompimento, que fez os EUA irem aos cofres e pararem de pagar a Unesco, é a decisão da organização de cultura, educação e ciência da ONU de considerar a Palestina seu membro pleno. Sem alimentar nenhuma intenção de influenciar o Conselho de Segurança para mudar sua posição e reconhecer o status político da Palestina, a Unesco se liberou e decidiu mandar um recado aos seus, mas sem sair da ONU.</p>
<p>Agora, mais uma vez, Donald Trump mantem a tradição e diz que sai outra vez, daqui a um ano. O rumor é a decisão da Unesco de incluir a cidade velha de Hebron, na Cisjordânia, como patrimônio mundial. E, provocativamente, como patrimônio em risco, pela presença de colonos e soldados israelenses, numa região de maioria palestina. O pessimismo normativo da visão seletiva de cultura costuma querer ver no céu o que a política não vê na terra.</p>
<p>Quem continua querendo que o Túmulo dos Patriarcas não dialogue com a Mesquita muçulmana?</p>
<p>A verdade, todavia, parece ser a mais pura política de poder: o candidato favorito para suceder a búlgara que preside a Unesco é árabe, do Qatar.</p>
<p>Os EUA nunca gostaram da UNESCO. Aquele prédio em Y modernista encravado atrás da École Militaire, onde formou Napoleão, e que a França usa para seu sentir-se glamourosamente poderosa, muito mais do que para endereçar uma agenda coerente, eficiente e eficaz dos rumos da educação global e sua constelação cultural.</p>
<p>Pode ser que líderes menores estejam estendendo o absurdo da vida.  Na dúvida, é até bom que virtudes pequenas andem nos dividindo tanto. Desde que não os levemos mais a sério. A Unesco deveria refletir sobre como anda dividindo os ambientes comuns e amplos de discussão sobre o patrimônio cultural da humanidade. Nenhuma vontade bloqueadora de mudança que venha dos EUA; nenhum clichê do passado que venha da França, prevalecerá sobre a vida comum que predomina na terra. Muito barulho por nada.</p>
<p>Há muita comparação da situação de hoje vivida com o período pós 1929. Felizmente a sociopatia que aglutinou no passado e nos levou a guerra não é mais a mesma.</p>
<p>Já vinha desde 2011 a suspensão dos pagamentos dos EUA para a UNESCO. Dali em diante, os EUA influenciaram cada vez menos as escolhas da instituição. A elegância da agenda sob a guarda da organização parisiense é inegável, mas não deveria ser tão abusada como anda. O poder, acima de tudo da França atual e seus escolhidos, não anda em condições de confrontar disputas duras. A aceitação disso pode ser intuitiva e transitória, pois tudo muda. Desde que as pessoas sejam abertas para pensar, mesmo em hipótese, que o que mais brota das crises atuais é a escassez de sabedoria.</p>
<p><strong>********</strong></p>
<p><strong>PAULO DELGADO é Sociólogo.</strong></p>
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		<title>Diretoria do SindSaúde aclama Paulo Delgado como conselheiro emérito do Espaço NovaMente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 20:53:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A diretoria do SindSaúde, em reunião nesta terça-feira (23), confirmou a escolha do sociólogo Paulo Delgado como Conselheiro Emérito do Centro de Atendimento e Estudos da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A diretoria do SindSaúde, em reunião nesta terça-feira (23), confirmou a escolha do sociólogo Paulo Delgado como Conselheiro Emérito do Centro de Atendimento e Estudos da Saúde do Servidor Público do DF (Espaço NovaMente). Professor e deputado constituinte, Delgado foi o responsável pela Lei da Reforma Psiquiátrica brasileira, que acabou com os manicômios no país e instituiu o cuidado em liberdade.</p>



<p>Ao receber o título de conselheiro emérito, Paulo Delgado alegou que &#8220;o Brasil está precisando de conciliação, de gente que estenda a mão. Segundo ele, &#8220;essa é a ideia da NovaMente&#8221;. O sociólogo é parceiro da NovaMente desde o início do projeto. Participou do lançamento, em março, e de reuniões no Espaço para alinhamento do projeto básico.</p>



<p>&#8220;Hoje aqui vejo parceiros e, ao mesmo tempo, estimuladores dessa nova maneira de olhar o sofrimento e a vida do servidor público do DF.&nbsp;Minha intenção é fazer com que esse projeto circule, que o trabalho prático consolide as teorias e vá se estendendo. Que empolgue a administração pública brasileira e vire norma nacional. Seja uma semente&#8221;, revelou Delgado.</p>



<p>A presidente do SinSaúde, Marli Rodrigues, diz que &#8220;é a NovaMente que ganha com o título concedido hoje&#8221;. Para ela, &#8220;esses e outros parceiros ajudaram a consolidar um projeto tão audacioso como a NovaMente&#8221;.</p>



<p>O diretor técnico da NovaMente, Lúcio Costa, afirmou que o agora conselheiro emérito Paulo Delgado &#8220;representa a essência&#8221; da instituição. Segundo ele, as ideias de Paulo Delgado reiteram tudo o que a NovaMente prega.</p>



<p>Leia mais no site do <a href="http://novamentesaude.org.br/noticias/diretoria-do-sindsaude-aclama-paulo-delgado-como-conselheiro-emerito-do-espaco-novamente.html">Novamente</a>.</p>
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		<title>Lançamento do livro “CONSTITUIÇÃO FEDERAL 30 ANOS: Há o que comemorar?”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 20:39:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://paulodelgado.com.br/constituicao-federal-30-anos-ha-o-que-comemorar/">Lançamento do livro “CONSTITUIÇÃO FEDERAL 30 ANOS: Há o que comemorar?”</a> apareceu primeiro em <a href="https://paulodelgado.com.br">Paulo Delgado</a>.</p>
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<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="724" height="1024" src="https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-724x1024.jpg" alt="" class="wp-image-5275" srcset="https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-724x1024.jpg 724w, https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-212x300.jpg 212w, https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-768x1087.jpg 768w, https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-103x146.jpg 103w, https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-35x50.jpg 35w, https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite-53x75.jpg 53w, https://paulodelgado.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Constituição-Federal-30-anos_convite.jpg 1753w" sizes="(max-width:767px) 480px, 724px" /></figure>
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		<title>Assista no Fantástico: Maior e mais antigo hospital psiquiátrico do Brasil fecha as portas no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2021 03:08:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Recentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exibição em 7 de novembro 2021 O programa dominical Fantástico trouxe uma entrevista com Paulo Delgado durante a matéria sobre a transferência de pacientes do Instituto Nise<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<p>Exibição em 7 de novembro 2021</p>



<p>O programa dominical Fantástico trouxe uma entrevista com <a href="https://globoplay.globo.com/v/10018663/">Paulo Delgado</a> durante a matéria sobre a transferência de pacientes do <a href="https://globoplay.globo.com/v/10018663/">Instituto Nise da Silveira</a>, que agora passam a morar em lugares chamados residências terapêuticas.</p>



<p>Assista a matéria no <a href="https://globoplay.globo.com/v/10018663/">Globoplay</a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-0 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"></ul></figure>
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		<title>Reforma Tributária e os impactos às empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 16:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pronunciamentos e Conferências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de setembro às 9 horas na FecomercioSP.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dia 4 de setembro às 9 horas na <a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-em-ebulicao-no-cafe-sem-filtro-fecom-inscreva-se">FecomercioSP.</a></p>
<p>O post <a href="https://paulodelgado.com.br/reforma-tributaria-e-os-impactos-as-empresas/">Reforma Tributária e os impactos às empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://paulodelgado.com.br">Paulo Delgado</a>.</p>
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		<title>Podcast: 35 anos da Constituição Cidadã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 16:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A constituição de 1988 é uma obra de mosaico, um painel onde muitos pintaram múltiplos interesses. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, o professor, cientista político,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<p>A constituição de 1988 é uma obra de mosaico, um painel onde muitos pintaram múltiplos interesses. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, o professor, cientista político, sociólogo e deputado constituinte Paulo Delgado avalia que a constituição veio como um movimento de contenção no momento de forte pressão social pós-ditadura. E evitou uma ruptura no país. Delgado lembra que a Carta Maior é primeira no mundo em que os direitos do cidadão precedem à organização do Estado. Também avalia que o Judiciário detém hoje poder demais e considera que em temas polêmicos é preciso consultar a população, que tem uma natureza multicultural e multireligiosa e que o Parlamento é quem deve legislar sobre essas questões. Paulo Delgado comenta também a ascensão da extrema-direita. Diz ainda que o Brasil está inacabado e nunca fica pronto porque os brasileiros na sua maioria não podem ajudar na construção e, por isso, a Constituição é um fracasso do ponto de vista econômico. Lembra o sucesso do SUS e compara a Carta a um elefante pisando no chão ao comentar a resiliência democrática que ela permitiu.</p>



<p></p>



<p><a href="https://www.almg.gov.br/comunicacao/radio-assembleia/audios/audio?id=1909345&amp;tagLocalizacao=5232">Clique aqui e ouça ao Podcast no site da ALMG</a></p>
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		<title>Paulo Delgado é agraciado com o Prêmio Nise da Silveira 2023</title>
		<link>https://paulodelgado.com.br/paulo-delgado-e-um-dos-ganhadores-do-premio-nise-da-silveira-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Delgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 12:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Premiação reconhece trabalho desenvolvido com base em boas práticas e inclusão em saúde mental. O prêmio é uma forma de reconhecer e incentivar aqueles que contribuíram<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Premiação reconhece trabalho desenvolvido com base em boas práticas e inclusão em saúde mental.</p>



<p>O prêmio é uma forma de reconhecer e incentivar aqueles que contribuíram na política de cuidado sustentada no respeito integral às pessoas que se encontram em sofrimento psíquico e situação de vulnerabilidade.</p>



<p>Assista <a href="https://www.youtube.com/watch?v=n07FuCUBQXc">aqui à entrega do prêmio.</a></p>



<p>Leia mais na <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/998708-camara-divulga-ganhadores-do-premio-nise-da-silveira-2023/">Agência Câmara de Notícias.</a></p>



<p></p>
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