8 de novembro de 2011
O Globo – 7 de novembro de 2011. A Unesco cuida de ficção científica, não de ficção política, reagiu irritado o embaixador de Israel ao ver […]
7 de novembro de 2011
Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 6 de novembro de 2011. Quem acompanha a discussão sobre alternativas para se enfrentar a crise econômica mundial […]
31 de outubro de 2011
Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 30 de outubro de 2011. Não importa o que fizeram de nós, o importante é o que fazemos […]
24 de outubro de 2011
Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 23 de outubro de 2011. “O mercador da morte está morto.” Quando Alfred Nobel sentiu o privilégio que […]
17 de outubro de 2011
Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 16 de outubro de 2011. Se cada país assumir as maneiras do outro fica difícil compreender a origem […]
11 de outubro de 2011
O mundo ficará mais maduro para a queda se insistir na política do apaziguamento que é socorrer os criadores da financeirização da economia. Ou se continuar protegendo tiranias sem refletir sobre a máxima de Schiller: “para países governados por déspotas, só há salvação na ruína”.
3 de outubro de 2011
Com 1.500 línguas, a segunda população da Terra e intensa vida cultural, a África não é um acaso nem uma abstração. É um sonho vê-la sincronizada, com autonomia e identidade, ao tempo mundial.
1 de outubro de 2011
Intimidar os críticos é o ardil dos criticados.
Quando a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça, alertou para a impunidade dos juízes e criticou o corporativismo dos que querem restringir o poder de fiscalização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi direto ao alvo: "Acho que isto é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimo problema de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga."
26 de setembro de 2011
Um dos mais preciosos versos produzidos pela inesgotável guerra entre palestinos e judeus é do poeta israelense Yehuda Amichai: “do lugar de onde temos razão não nascem flores na primavera”. Ali do lado, o vigoroso poeta palestino Mahmoud Darwish compreendia que a natureza daquele conflito era a luta entre duas memórias que deviam se fazer conhecer e respeitar. E confirmava, através da altiva identidade dos seus versos, que a paz é melhor compreendida por poetas do que escrita por políticos.
