24 de outubro de 2011

Escolhas Irreversíveis

Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 23 de outubro de 2011. “O mercador da morte está morto.” Quando Alfred Nobel sentiu o privilégio que […]
18 de outubro de 2011

17 de Outubro de 2011

De 17 a 19 de outubro no Rio de Janeiro, Paulo Delgado, a convite do Dr Rui Altenfelder, presidente nacional do Centro de Integração Empresa Escola […]
17 de outubro de 2011

Espelhos do Universo

Correio Braziliense e Estado de Minas – domingo, 16 de outubro de 2011. Se cada país assumir as maneiras do outro fica difícil compreender a origem […]
11 de outubro de 2011

Sobressaltos sem futuro

O mundo ficará mais maduro para a queda se insistir na política do apaziguamento que é socorrer os criadores da financeirização da economia. Ou se continuar protegendo tiranias sem refletir sobre a máxima de Schiller: “para países governados por déspotas, só há salvação na ruína”.
11 de outubro de 2011

Exposição de Nívea Bracher no MAMM

Outubro de 2011
3 de outubro de 2011

Um olhar africano

Com 1.500 línguas, a segunda população da Terra e intensa vida cultural, a África não é um acaso nem uma abstração. É um sonho vê-la sincronizada, com autonomia e identidade, ao tempo mundial.
1 de outubro de 2011

Bandidos de toga

Intimidar os críticos é o ardil dos criticados. Quando a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça, alertou para a impunidade dos juízes e criticou o corporativismo dos que querem restringir o poder de fiscalização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi direto ao alvo: "Acho que isto é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimo problema de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga."
28 de setembro de 2011

Lançamento do livro “Trabalho para ex-infratores” de José Pastore

27/09/2011
26 de setembro de 2011

O Martírio do Dever

Um dos mais preciosos versos produzidos pela inesgotável guerra entre palestinos e judeus é do poeta israelense Yehuda Amichai: “do lugar de onde temos razão não nascem flores na primavera”. Ali do lado, o vigoroso poeta palestino Mahmoud Darwish compreendia que a natureza daquele conflito era a luta entre duas memórias que deviam se fazer conhecer e respeitar. E confirmava, através da altiva identidade dos seus versos, que a paz é melhor compreendida por poetas do que escrita por políticos.
26 de setembro de 2011

26 de Setembro de 2011

Às 11:00 em Belo Horizonte, Paulo Delgado participa das aberturas do 14º Congresso Brasileiro de Mineração e da Exposição Internacional de Mineração – EXPOSIBRAM 2011 – a […]
18 de setembro de 2011

Permanências argentinas

Os foguetes lançados pela Argentina contra seus inimigos na Guerra das Malvinas não chegavam ao seu destino. Fabricados pelos franceses, os mísseis Exocet tiveram seus códigos-fonte revelados aos ingleses, que os desviavam do alvo. É que, para ser completa, a manipulação do nacionalismo exige autonomia tecnológica e industrial. E também capacidade de perceber que, no comércio entre nações, a economia e a geopolítica do fabricante de qualquer mercadoria falam mais alto do que eventuais interesses de clientes secundários.
13 de setembro de 2011

Adeus, meninos

A história é sempre mais dura do que parece para quem a viveu do que para quem escreve sobre ela. Mas a totalidade dos seus efeitos ultrapassa a compreensão humana imediata. Lembro-me bem da terça-feira, 11 de setembro de 2001. E cada vez mais vejo suas conseqüências por todos os lados.
6 de setembro de 2011

15 de Setembro de 2011

Na sede do BNDES, no Rio, Paulo Delgado participará da sessão especial do Fórum Nacional com o tema “GRANDE RECESSÃO” – NOVO MODELO DE DESENVOLVIMENTO E […]
5 de setembro de 2011

Novos rumos para a assistência ao paciente psiquiátrico

Fonte: psiconica.com Entrevista com o Renzo Giraldi , Diretor da ASL3 de Nuoro Sardenha, Itália. O Dr. Giraldi é médico formado pela Universidade La Sapienza de Roma, […]
5 de setembro de 2011

Enigmas da Rússia

Quando José Alencar, então vice-presidente da República e ministro da Defesa, atravessou o primeiro corredor da gigantesca fábrica dos imponentes caças Sukhoi e viu extintores de incêndio vencidos, computadores ultrapassados e muita poeira, pegou no meu braço e sapecou: "Isso aqui tá pior do que a pior fábrica de móveis lá de Ubá". Ironia síntese da decadência tecnológica e do abandono da economia do conhecimento, a competitividade soviética acabou imersa numa indústria mecânica fixada em guerra.