12 de julho de 2009

Evolução

Quem observa em perspectiva o andar da sociedade dificilmente nega que houve um crescimento da qualidade de vida nos quatro cantos do mundo. A afirmação dos valores humanistas segue se alastrando. E mesmo com reveses, o resultado até aqui é positivo.
14 de junho de 2009

O velho pássaro raro

Não são os fundamentos econômicos capitalistas que atualmente estão na base da perda ou ganho de riqueza das nações e de indivíduos.
4 de maio de 2009

O livro e o prazer da leitura

Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados Como presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, registro a comemoração do Dia […]
4 de maio de 2009

O livro e o prazer da leitura

Como presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, registro a comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, criado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura - Unesco, em 1995
12 de abril de 2009

Verdade conveniente

Dar pulo não faz o jovem mais alto. Embora o caminho da socialização e da integração comunitária da juventude, entre nós, ocorra mais pelo trabalho do que pelo estudo.
10 de abril de 2009

Proteção Sem Tutela

A TEMPESTADE DESAPROVA O ITINERÁRIO DO RIO. Tempo de atualizações e mudanças. Muitos não se dão conta da inundação e da injustiça das leis. Não notam que profissões perdem utilidade ao mesmo tempo em que surgem novas especializações, habilidades e colocações. É hora de prestar atenção às regras que protegem mal a minoria e deixam a maioria na informalidade, no subemprego e no desemprego.
8 de março de 2009

Quem controla o presente

As pessoas não prestam muita atenção aos seus limites e dificuldades. Nem parecem dar muito valor a perda da utilidade de profissões, habilidades, formas de perseguir e conquistar colocações. Deixadas sós, acham-se no caminho das automelhorias corporais, gastronômicas, psíquicas.
8 de fevereiro de 2009

Sobre falências e falácias

O liberalismo financeiro não vê a vida da sociedade. O esquerdismo social não acredita na existência da economia. Abstração é o que convoca o sedentário Fórum Econômico de Davos e o nômade Fórum Social de Belém.
11 de janeiro de 2009

A Escolha

Quem é o culpado pela desventura da cidade? Quem a tornou tão feia? Na vida, às vezes, a esperança no futuro mascara a angústia do presente. Em boa hora tomam posse os novos prefeitos. Para o bem e para o mal, decidir é seu ofício.
14 de dezembro de 2008

Ontem e tão distante

A evidência é um espetáculo que não deixa dúvidas. Por isso não são bons bombeiros os que pisam na mangueira. Onde está a incandescência da crise atual? Explicações, obsessões, exortações lembram mais o atrito das coisas, umas atrapalhando a compreensão das outras.
10 de novembro de 2008

Arte de Vitral

A Constituição foi feita para servir ao cidadão, mais inundou a sociedade com atos, normas, súmulas e Leis A CONSTITUIÇÃO DE 1988 PERMITIU AO PAÍS sete […]
9 de novembro de 2008

Faça a coisa certa

Em um único dia séculos de preconceito viram poeira. Os EUA não se fizeram de voluntariosos e assumiram, como se diz hoje saboreando a moda vocabular. Mas nada está em vigor, enquanto tudo não estiver em vigor. O melhor da democracia é que com ela a certeza vacila.
12 de outubro de 2008

Vinte anos depois…

Símbolo do mais consistente e longo período democrático da História brasileira, a Constituição de 1988 fez vinte anos sem saber bem seu destino. Adequada e harmonizada ao momento político, social e histórico da época, não foi convocada por poder arbitrário.
14 de setembro de 2008

O Desmancha – Prazeres

Qual a disposição atual de se indispor com o poder? Seja num país autoritário, parcialmente livre ou democrático. Quem tem coragem ou desprendimento para arriscar uma opinião divergente quando tudo parece estar em ordem?
10 de setembro de 2008

Memórias da última batalha ideológica

Quem viveu aquele período testemunhou ou participou da última grande batalha entre os dois pólos que dividiam o Brasil e o mundo antes da queda do Muro de Berlim. Era um tempo em que as palavras direita e esquerda faziam todo o sentido, não apenas nos livros, mas nas ruas. A disputa ideológica ganhava expressões de carne e osso no Congresso – um Congresso que nunca mais seria o mesmo, nem como representação política da sociedade nem como centro de qualidade dos debates nacionais.